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Ao correr da pena

  • Foto do escritor: Claudio Correa Monteiro
    Claudio Correa Monteiro
  • 6 de nov. de 2020
  • 1 min de leitura

Eu vou falar de um livro pouco conhecido da população brasileira. O livro em questão é Ao correr da pena é uma crônica do escritor brasileiros José de Alencar em 1874 pela editora Typografia Allemã em São Paulo. A obra é uma reunião dos folhetins publicados por Alencar no jornal Correio Mercantil entre 3 de setembro de 1854 e 8 de julho de 1855, e no Diário do Rio de Janeiro, de 7 de outubro a 25 de novembro desse mesmo ano. Sobre os temas preferenciais e as experiências exigidas de um cronista do Segundo Império, escreveu Brito Broca o seguinte, como tentativa de explicar a pequena produção de Alencar nesse gênero: "condição essencial para ser um bom folhetinista na época era frequentar os salões, os teatros e as galerias da Câmara e do Senado. Os folhetins giravam frequentemente em torno de três assuntos que polarizavam o interesse e as atenções da sociedade brasileira do Segundo Reinado: o mundanismo (bailes, festas, recepções), a vida teatral (principalmente os espetáculos líricos) e a política (a eterna torcida provocada pelo revezamento dos partidos e a queda dos ministérios)". O livro é sensacional, além de ser dividido em duas partes.




 
 
 

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