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Ecos de Atlântida - A Semente de Warlock

Foto do escritor: Claudio Correa Monteiro
Claudio Correa Monteiro
30 de jun. de 2023
2 min de leitura


Eu vou falar do livro Ecos de Atlântida: A Semente de Warlock,, escrito por Angers Moorse, sequência de Ecos de Atlântida - O Cavaleiro da Água. Dez anos após os acontecimentos do primeiro livro, Atlântida volta a ter vida pulsante. Os Jogos Atlantes movimentam vários povos e trazem uma aura de magia, amizade e encanto, mas também alguns conflitos e desavenças de um passado não tão distante. Agora casados, Eric e Grace estão em uma nova fase da vida, apreciando cada momento e cada nova descoberta ao lado da filha, Jillian. Ela e seus amigos trouxeram doçura e leveza para Atlântida, embora despertando alguns fantasmas do passado. A ameaça de Warlock começa a se cumprir e sua semente finalmente germina. Uma misteriosa mulher começa a povoar os pesadelos de Adam e Eric, levantando certas suspeitas em relação a Glenna. Do outro lado, Robert parece saber de algo que está por vir. Quem é a mulher dos pesadelos de Adam e Eric? Seria Glenna a grande ameaça prometida por Warlock? O que Robert descobriu? Uma complexa e perigosa engrenagem para o surgimento de algo ainda mais terrível e mortal começa a se mover, levando atlantes e seus aliados a unirem forças contra uma ameaça milenar, que trará consigo o inferno na Terra. O livro é sensacional e lançado em 2023 pela editora Viseu. Warlock é Um feiticeiro é um homem praticante de bruxaria. A etimologia mais comumente aceita deriva de warlock do inglês antigo wǣrloga, que significa "quebrador de juramentos" ou "enganador" e recebeu aplicação especial para o diabo por volta de 1000. No início dos escoceses modernos, a palavra passou a ser usada como o equivalente masculino de bruxa (que pode ser masculino ou feminino, mas historicamente tem sido usado predominantemente para mulheres). O termo pode ter sido associado na Escócia a bruxos devido à ideia de que eles fizeram pactos com Auld Hornie (o diabo) e, portanto, traíram a fé cristã e quebraram seus votos ou juramentos batismais. A partir desse uso, a palavra passou para a literatura romântica e, finalmente, para a cultura popular do século XX. Uma derivação do nórdico antigo varð-lokkur, "chamador de espíritos", também foi sugerida, mas o Oxford English Dictionary considera isso implausível devido à extrema raridade da palavra nórdica e porque formas sem hard -k, que são consistentes com a etimologia do inglês antigo ("traidor"), são atestadas antes das formas com -k. Embora a maioria das vítimas dos julgamentos de bruxas no início da Escócia moderna fossem mulheres, alguns homens foram executados como feiticeiros. Em sua época, o matemático John Napier era frequentemente visto como um feiticeiro ou mágico por seu interesse em adivinhação e ocultismo, embora sua posição estabelecida provavelmente o impedisse de ser processado.

 
 
 

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